O que o verificador de Google Workspace analisa?
O e-mail do Google Workspace depende de quatro registros DNS: registros MX apontando para o Google (smtp.google.com, ou os hosts aspmx mais antigos que o Google ainda aceita), um registro SPF que inclui _spf.google.com, uma chave DKIM no seletor padrão google._domainkey e um token google-site-verification que prova que o domínio foi verificado no Google.
Como ler o resultado
A primeira linha diz se o host MX de maior preferência é do Google. Abaixo dela, cada um dos quatro registros aparece como encontrado ou ausente, e as falhas são listadas com o que mudar. Tudo vem apenas do DNS, então a ferramenta não tem como saber se o domínio paga pelo Workspace nem como a conta está configurada.
Beat roda no mesmo motor, de forma agendada, em todas as 41 verificações e 25 blacklists. O que ele acrescenta: perguntar de novo, perceber quando uma resposta muda e dizer o que você deve fazer a respeito.
Problemas comuns de DNS no Google Workspace
SPF sem o include do Google
O Google documenta v=spf1 include:_spf.google.com ~all para domínios que enviam apenas pelo Workspace. Sem o include, os e-mails enviados pelo Workspace falham no SPF, a menos que outro termo cubra os endereços do Google.
Nenhuma chave em google._domainkey
O Google usa o seletor google, a menos que você escolha outro. Sem chave ali, geralmente o DKIM nunca foi ativado no Admin console.
Registros MX que sobraram de um provedor antigo
Misturar os hosts MX do Google com os de outro serviço divide os e-mails recebidos entre os dois, e o que cai no antigo raramente é lido.
Dois registros SPF
Adicionar o registro do Google ao lado de um que já existe cria dois, o que a RFC 7208 transforma em permerror para todas as mensagens. Junte os includes em um único registro.